9 de fevereiro de 2010

Um sonho de cozinha

Para o estrelado chef de cozinha Alex Atala, a cozinha perfeita tem que ser toda em inox e funcional, sem esquecer da alma de quem a comanda: ervas, azeite de oliva e uma imagem de São Benedito, padroeiro dos cozinheiros.
Quem é ele
Alex Atala é paulista, tem 39 anos, e é um dos chefs de cozinha referência mundial quando se fala em gastronomia brasileira. Seu restaurante, D.O.M., em São Paulo, figura entre os 50 melhores do mundo segundo a revista Restaurant. Aprendeu a trabalhar com gastronomia na Europa, quando foi para lá de mochila nas costas, aos 18 anos. É reconhecido defensor da cozinha regional, colocando a culinária amazônica como base de alguns de seus melhores pratos. O reconhecimento pelo grande público aconteceu quando apresentava o programa Mesa para Dois, no GNT, ao lado da chef carioca Flávia Quaresma. É casado com a estilista Márcia Lagos e tem três filhos: Pedro, Thomas e Joana. É autor do livro Por uma Gastronomia Brasileira (BEI Editora, 2003).
Se os simples mortais costumam sonhar com uma cozinha grande, arejada, recheada de utensílios, panelas e eletrodomésticos de última geração, imagine os grandes chefs.
Além de passarem boa parte do dia no ambiente da cozinha, esses profissionais conhecem tudo o que há de melhor no mercado. E mais: têm uma ligação de amor com a cozinha, pois é nela que desenvolvem aromas, sabores e texturas que surpreendem as pessoas.
O paulista Ale Atala, dono do restaurante D.O.M. e chef de cozinha brasileiro de maior reconhecimento mundial, na atualidade, eleito duas vezes chef do ano por revistas como Veja, Gula e Prazeres da Mesa, elege a cozinha dos seus sonhos: toda em inox.
Para ele, a cozinha ideal tem que ter ares de modernidade, linhas retas e se funcional. Bastante funcional, como não poderia deixar de ser para aquele que comanda um restaurante que tem por objetivo valorizar a culinária brasileira, figurando entre os 50 melhores do mundo. Com o projeto de vida de contemplar e respeitar as diversidades das regiões brasileiras em suas receitas, Alex reservaria espaços para toques aconchegantes em sua cozinha: “ervas, uma garrafa velha, um bom vinho, um santo (São Benedito, padroeiro dos cozinheiros, é sempre um bom nome a ser lembrado), um vidro de pimenta”. Detalhes que dão alma a qualquer cozinha, por mais moderna e clean que seja sua decoração.
Na hora de eleger os eletrodomésticos, Alex mostra todo o seu profissionalismo: um fogão cooktop, um bom forno, uma geladeira e um freezer separados. Além, é claro, de um móvel espaçoso com algumas gavetas.
Na cozinha dos sonhos do paulista, sempre haveria legumes e verduras frescas, um bom azeite de oliva e luz clara para iluminar todos os cantos e enxergar bem o que faz. As pranchas de corte estariam muito bem localizadas, e ele teria à mão ótimas facas. Pensando na funcionalidade, Alex Atala ainda inclui, entre os elementos básicos do ambiente, uma boa lixeira, de preferência que abra com os pés, para evitar contato com as mãos. Se tivesse que colocar cor em sua cozinha, o chef usaria branco, mas “ela deveria ser, preferencialmente, toda em inox”. No piso, uma cor discreta, mas nunca branco: um cinza ou areia.

Para o estrelado chef de cozinha Alex Atala, a cozinha perfeita tem que ser toda em inox e funcional, sem esquecer da alma de quem a comanda: ervas, azeite de oliva e uma imagem de São Benedito, padroeiro dos cozinheiros.

Quem é ele

Alex Atala é paulista, tem 39 anos, e é um dos chefs de cozinha referência mundial quando se fala em gastronomia brasileira. Seu restaurante, D.O.M., em São Paulo, figura entre os 50 melhores do mundo segundo a revista Restaurant. Aprendeu a trabalhar com gastronomia na Europa, quando foi para lá de mochila nas costas, aos 18 anos. É reconhecido defensor da cozinha regional, colocando a culinária amazônica como base de alguns de seus melhores pratos. O reconhecimento pelo grande público aconteceu quando apresentava o programa Mesa para Dois, no GNT, ao lado da chef carioca Flávia Quaresma. É casado com a estilista Márcia Lagos e tem três filhos: Pedro, Thomas e Joana. É autor do livro Por uma Gastronomia Brasileira (BEI Editora, 2003).

Se os simples mortais costumam sonhar com uma cozinha grande, arejada, recheada de utensílios, panelas e eletrodomésticos de última geração, imagine os grandes chefs.

Além de passarem boa parte do dia no ambiente da cozinha, esses profissionais conhecem tudo o que há de melhor no mercado. E mais: têm uma ligação de amor com a cozinha, pois é nela que desenvolvem aromas, sabores e texturas que surpreendem as pessoas.

O paulista Ale Atala, dono do restaurante D.O.M. e chef de cozinha brasileiro de maior reconhecimento mundial, na atualidade, eleito duas vezes chef do ano por revistas como Veja, Gula e Prazeres da Mesa, elege a cozinha dos seus sonhos: toda em inox.

Para ele, a cozinha ideal tem que ter ares de modernidade, linhas retas e se funcional. Bastante funcional, como não poderia deixar de ser para aquele que comanda um restaurante que tem por objetivo valorizar a culinária brasileira, figurando entre os 50 melhores do mundo. Com o projeto de vida de contemplar e respeitar as diversidades das regiões brasileiras em suas receitas, Alex reservaria espaços para toques aconchegantes em sua cozinha: “ervas, uma garrafa velha, um bom vinho, um santo (São Benedito, padroeiro dos cozinheiros, é sempre um bom nome a ser lembrado), um vidro de pimenta”. Detalhes que dão alma a qualquer cozinha, por mais moderna e clean que seja sua decoração.

Na hora de eleger os eletrodomésticos, Alex mostra todo o seu profissionalismo: um fogão cooktop, um bom forno, uma geladeira e um freezer separados. Além, é claro, de um móvel espaçoso com algumas gavetas.

Na cozinha dos sonhos do paulista, sempre haveria legumes e verduras frescas, um bom azeite de oliva e luz clara para iluminar todos os cantos e enxergar bem o que faz. As pranchas de corte estariam muito bem localizadas, e ele teria à mão ótimas facas. Pensando na funcionalidade, Alex Atala ainda inclui, entre os elementos básicos do ambiente, uma boa lixeira, de preferência que abra com os pés, para evitar contato com as mãos. Se tivesse que colocar cor em sua cozinha, o chef usaria branco, mas “ela deveria ser, preferencialmente, toda em inox”. No piso, uma cor discreta, mas nunca branco: um cinza ou areia.

Ainda Sem Comentários para

Comentar Este Post

Formulario de Commentários