Posts com a Tag ‘arte’

21 de junho de 2011

Quando flores viram arte

Mais do que um jardim, arte. Viva, mutante, dinâmica. Arte com vida própria, que ultrapassa o limite de seus criadores e toma outros rumos, outros traços, cores e formas.

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É assim o jardim que nasceu pelas mãos do escritório Balmori Associates. A ideia? Fazer dele não apenas um conjunto de flores, mas uma obra de arte urbana baseada no dinamismo, em constante modificação.

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As plantas crescem, são podadas, nascem, morrem e em cada estação apresentam uma coloração diferente. Garantias de que essa verdadeira escultura viva terá várias caras dependendo da época do ano.

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Em Bilbao, na Espanha, o tal jardim faz as pessoas terem um motivo a mais para subir a sortuda escadaria. Degrau por degrau, vão passeando pelo prazer de contemplar as flores e suas diferentes texturas e cores, explorando os belos contrastes entre o verde, vermelho e roxo ao seu lado e o concreto onde pisam. Visto do céu, a experiência é outra, mas a beleza se renova.

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Já imaginou se toda cidade fosse brindada com uma solução tão positiva e bacana quanto essa quando o assunto é interferir em seu espaço urbano?!

12 de maio de 2011

Torre de Babel em milhares de livros

Lembra a história por trás da famosa Torre de Babel? Segundo a mitologia bíblica, ela havia sido construída por um povo que queria chegar ao céu, para estar mais perto de Deus.

Pois em Buenos Aires, a Torre de Babel dos anos 2000 tem um objetivo bem diferente: partilhar a alegria de todos os argentinos por sua capital ter sido escolhida pela Unesco como Capital Mundial do Livro 2011.

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São 30 mil livros, de diversas línguas, origens e temas, fornecidos por anônimos animados e embaixadas de 52 países. Juntos, eles formam a imensa obra que vem tomando conta da Plaza San Martín. Obra que, do alto de sua estrutura em espiral de vinte e oito metros, busca mostrar que “Todo es arte” (ou, “Tudo é arte”).

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É por essa frase que é conhecida a idealizadora da Torre hermana, a artista plástica Marta Minujín.

Marta foi uma voz de destaque na arte avant-garde argentina das décadas de 1960 e 70. Já levou suas obras ao Guggenheim e ao MoMA, em NY, assim como a outros tantos importantes museus no Brasil, Colômbia, Alemanha e França. Em 1983, ganhou os holofotes por conta de uma réplica do Partenon de Atenas em tamanho natural, em plena Avenida 9 de Julio de Buenos Aires – detalhe: o tal Partenon era todo recoberto com livros proibidos durante a ditadura militar, e foi inaugurado e entregue ao público durante o primeiro Natal em democracia.

Hoje, quase três décadas mais tarde, a artista volta a fazer da literatura a sua arte. Desta vez, para “representar a ideia de pluralismo e diversidade que se identifica com a cidade, recordando a mitológica Torre de Babel”, como ela mesmo define.

3 de maio de 2011

Joia de arte

Jóia de arte
Jóia? Arte? Mas e se for os dois, algum problema?
Darcy Miro acha que não. Pelo contrário, vê no mundo das jóias a oportunidade
de passear pela arte e até mesmo pelo universo da arquitetura.
Darcy é do Brooklyn, em Nova York. Por lá, virou febre por conta de
suas “esculturas funcionais”, como bem definem os apaixonados. É a designer
mais badalada do momento. Só atende com hora marcada.
Se em outros tempos a artista se dedicava a puxadores de gaveta, luminárias
e outros tantos acessórios de decoração, agora mergulha na chamada
art jewelry. Sua inspiração? Vem das formas e curvas do corpo humano,
formas que levam anéis, brincos e braceletes ao encontro de traços quase
arquitetônicos. Passeando por temas como erupção, erosão e decomposição,
faz da jóia quase um fragmento de um recife de corais, conchas ou até mesmo
um metal enferrujado encontrado lavado e brilhante em cima da areia.
“O material metálico é totalmente alterado e esculpido em diferentes formas
abstratas, algumas lembram flores outras parecem mapas topográficos ou
geometrias ocasionais”, explica a artista.
Darcy observa tudo, dá valor ao dia a dia – de gotas de água na borda da pia a
folhas na calçada, tudo é inspiração.
Seu segredo? A obsessão por detalhes. Daqueles que passam despercebidos
pela maioria das pessoas, mas que aos olhos apurados de Darcy dizem tudo.
Inspiram peças sem igual. Coleções inesquecíveis.
Sua base é a prata e o ouro 18 e 24 quilates, nas cores amarelas, branca ou
bronze. Ocasionalmente, abusa dos diamantes para amaciar a natureza crua e
dura de suas criações.
Segundo Darcy, a receita é não é estar na moda, mas sim ter caráter próprio.

Joia? Arte? Mas e se for os dois, algum problema?

Darcy Miro acha que não. Pelo contrário, vê no mundo das joias a oportunidade de passear pela arte e até mesmo pelo universo da arquitetura.

Darcy é do Brooklyn, em Nova York. Por lá, virou febre por conta de suas “esculturas funcionais”, como bem definem os apaixonados. É a designer mais badalada do momento. Só atende com hora marcada.

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Se em outros tempos a artista se dedicava a puxadores de gaveta, luminárias e outros tantos acessórios de decoração, agora mergulha na chamada art jewelry. Sua inspiração? Vem das formas e curvas do corpo humano, formas que levam anéis, brincos e braceletes ao encontro de traços quase arquitetônicos. Passeando por temas como erupção, erosão e decomposição, faz da joia quase um fragmento de um recife de corais, conchas ou até mesmo um metal enferrujado encontrado lavado e brilhante em cima da areia.

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“O material metálico é totalmente alterado e esculpido em diferentes formas abstratas, algumas lembram flores outras parecem mapas topográficos ou geometrias ocasionais”, explica a artista.

Darcy observa tudo, dá valor ao dia a dia – de gotas de água na borda da pia a folhas na calçada, tudo é inspiração.

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Seu segredo? A obsessão por detalhes. Daqueles que passam despercebidos pela maioria das pessoas, mas que aos olhos apurados de Darcy dizem tudo.

Inspiram peças sem igual. Coleções inesquecíveis.

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Sua base é a prata e o ouro 18 e 24 quilates, nas cores amarelas, branca ou bronze. Ocasionalmente, abusa dos diamantes para amaciar a natureza crua e dura de suas criações.

Segundo Darcy, a receita é não é estar na moda, mas sim ter caráter próprio.

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