Posts com a Tag ‘Tramontina Design Collection’

8 de setembro de 2010

Arte por trás das câmeras

Elas não tiram fotos, mas são verdadeiras obras de arte.

Em um mundo onde as artes plásticas buscam aproveitar mais e mais os materiais recicláveis, Kiel Johnson abusou do papelão (aham: as câmeras que você vê nas imagens são todas feitas a partir daquelas caixas que costumamos chamar de lixo!).

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O artista norte-americano fez uso de papelão para criar réplicas de câmeras fotográficas que beiram a perfeição. Mergulhou em criatividade e inspiração. Transformou lixo em arte.

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De modelos atuais às antigas polaroides, só faltou a Johnson fazê-las registrar momentos. Os detalhes estão todos lá, com uma riqueza incrível.

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Se mesmo sem clicar as câmeras fazem sucesso?

Bem, o primeiro lote das peças foi todo adquirido pela apresentadora de TV Oprah Winfrey. Oprah diz que comprou as obras para compor a decoração de sua sala de reuniões na emissora ABC.

Imagine se elas tirassem fotos…

31 de agosto de 2010

Arte na ponta do lápis

O que você faz quando aquele lápis que você costuma usar no dia a dia chega perto do fim? O mais comum é jogá-lo fora, não é?

Não se você é Danton Ghetti.

Enquanto a maioria das pessoas jogaria fora os pedacinhos que sobram depois que muito apontador já fez o seu trabalho, Ghetti reaproveita o material de uma maneira bastante única. Se para muitos um lápis é feito para desenhar, esboçar e assim chegar à uma obra de arte, para Danton o lápis é, ele mesmo, a obra de arte.

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Radicado nos Estados Unidos, o brasileiro é carpinteiro por profissão. Artista, por talento. Abusando da criatividade, Ghetti desenvolve esculturas a partir das pontas dos lápis.

Passou por diversos materiais, incluindo giz, sabão e lascas de árvores. Chegou ao lápis. Lá no início, esculpia nomes na madeira do lápis. Tempos depois, foi partindo para outras formas, peças, criações, inspirações. Chegou a Alphabet, sua obra mais famosa que, como o nome já indica, reproduz todas as letras do alfabeto.

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Passatempo? Hobby? Brincadeira??

Nem um, nem outro. Suas criações foram parar na exposição Meticulous Masterpieces: Contemporary Art, no New Britain Museum of American Art, em Connecticut, EUA. Lado a lado com artistas como Les Lourigan e Jeniffer Maestre.

Depois de fazer os lápis, literalmente, pintarem o alfabeto? A ideia do artista brasileiro é fazê-los homenagear as vítimas do 11 de setembro.

26 de agosto de 2010

Coco gigante é home office perfeito

Já pensou em ter seu escritório no jardim de casa?

O trânsito está cada vez mais caótico, o tempo se torna valioso e aquelas horas perdidas em congestionamentos pode sim virar coisa do passado. Afinal, esta é uma era de telefones móveis, conferências via web, email, twitter.

Pois é aí que entra o Pod.

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Em um primeiro olhar, lembra um coco enorme. Na verdade, é um escritório único, criativo e amigo do meio ambiente.

A ideia é da empresa britânica Archipod. E é bem simples, embora inovadora. Proporcionar um espaço para se trabalhar em casa, porém distante da rotina caseira. Fazer deste um espaço “verde”, não poluente e com baixo consumo de energia. Mais ainda, com telefone e internet. Ou seja, um espaço conectado ao nossos tempos.

A esfera tem, aproximadamente, 3 metros de diâmetro. Graças à sua iluminação zenital, o espaço interno aparenta ser maior que o externo. Os vidros são todos reciclados e cada módulo tem a rede elétrica e de iluminação dimensionadas para o uso.

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A madeira? É toda ela certificada. O aquecimento? Perfeito, já que a isolação é eficiente, com materiais reciclados, fibra de vidro e porta e janelas de vidro duplo.

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Segundo a Archipod, o objetivo foi criar um “escritório que complementasse o jardim, fosse eficiente, ergonômico e, acima de tudo, único”.

E tudo bem que, inicialmente, o Pod foi desenvolvido para ser um escritório. Mas pense nele como um quarto de brinquedos, por exemplo, quem sabe um estúdio, sala de meditação ou atelier. A Archipod diz que sua criação é totalmente adaptável, basta “ser criativo”.

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Agora, com tantas pessoas trabalhando em casa nos dias de hoje, não seria este um home office dos mais bacanas?